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Método de aplicação
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TAC de controlo

Um mês depois do implante é realizada uma TAC da zona, sendo obtidas imagens para controlo de qualidade da aplicação e dosimetria definitiva.

  • Deve abranger pelo menos desde as vesículas seminais (2 cm aquém) até 2 cm além do ápex (próstata).
  • O paciente deve estar em genuflexão
  • Os cortes devem ser separados de 5 mm e ter uma espessura de 3 mm
  • Sempre que possível, a energia usada deve ser próxima dos 120 kV.
  • É imprescindível que as imagens tragam a escala, a fim de que seja possível o cálculo de factores de ampliação.
  • Sendo um exame que tem por objectivo a detecção de sementes implantadas na próstata, e não o diagnóstico, a ampliação da glândula prostática deve ser a maior possível.
  • O exame deve ser realizado sem que o paciente se mova ou sem que haja um recentrar do varrimento.
  • Este exame não é para diagnóstico, pelo que não carece de relatório.
  • As imagens devem ser colocadas em CD, com as imagens gravadas em formato DICOM, em vez de película tradicional, para poderem ser importadas pelo sistema de planeamento.