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PostHeaderIcon Efeitos secundários

SequelasSe há factos determinados e inevitáveis, os efeitos secundários observados em doentes submetidos a radioterapia fazem certamente parte da lista. Mas dizer só que existem não é de modo algum esclarecedor. De resto não há nenhum tratamento oncológico desprovido de toxicidades. Para entender a génese e o significado dos efeitos secundários decorrentes do uso terapêutico das radiações há que perceber o modo de acção das radiações ionizantes, os mecanismos da sua acção terapêutica e dos seus efeitos secundários, zonas adjacentes de uma mesma escala.
 

PostHeaderIcon Bibliografia

Referências bibliográficas relativas à secção de Radiobiologia.

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PostHeaderIcon Efeitos tardios: Cavidade oral

Uma menção particular aos efeitos secundários tardios devidos à irradiação da cavidade oral.
Como já foi mencionado os dentes, se existentes, estão mais sujeitos a desenvolver cáries, pela redução do fluxo salivar e consequente diminuição no aporte local de flúor. Se a isto juntarmos uma mucosa oral em lenta mas constante atrofia, pela alteração no tecido vascular-conjuntivo, que progressivamente vai deixando expostas zonas dos dentes não recobertas de esmalte e, consequentemente, mais sensíveis, rapidamente se torna evidente que este é um dos pontos de maior morbilidade, nesta localização.

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PostHeaderIcon Efeitos tardios: Generalidades

As complicações tardias aparecem 4 a 6 meses após a o fim da radioterapia, podendo evoluir no sentido da sua resolução ou agravamento, estabelecendo-se na maioria dos casos entre 18 e 24 meses após o tratamento, variando com os tecidos considerados. São independentes dos anteriores, devem-se a alterações de fundo no tecido conjuntivo e na microvascularização, sendo clinicamente evidentes como fibrose mais ou menos severa ou mais raramente telangiectasias.

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PostHeaderIcon Sangue

O sangue é o tecido que, em conjunto com a pele, mais frequentemente é incluído nos campos de tratamento, sendo-o nas suas duas formas: a medula óssea, onde é produzido, e a rede vascular, onde circula. Os efeitos são diferentes mas complementares e quase sempre contribuem para uma descida mais ou menos marcada de uma ou várias das séries (branca, vermelha ou plaquetária).

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PostHeaderIcon Abdómen e pelve

A irradiação de vísceras ocas é aquela que gera uma maior quantidade de sintomas mal tolerados, podendo desequilibrar perigosamente a homeostase do organismo. Esta afirmação é tanto mais verdadeira quanto mais fixada estiverem essas vísceras. Isto acontece porque, sendo a acção das radiações proporcional à dose absorvida, qualquer órgão que se possa movimentar, e eventualmente deslocar-se para fora do campo de tratamento, está menos sujeito a evidenciar essas lesões.

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