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Início Diversos Sistemas de qualidade Porque precisamos de avaliação do desempenho

PostHeaderIcon Porque precisamos de avaliação do desempenho

Em face das dificuldades e custos envolvidos na criação de um sistema de avaliação de desempenho, devemos perguntar “Para que precisamos dele ?

 

  • Porque nos é imposto por agências exteriores, voluntárias ou governamentais
    • Se for esta a única razão, ou a principal, a implementação será relutante e com fraco empenhamento, sem obter o seu efeito máximo.
    • É provável que se incorra no máximo dos custos obtendo-se menos do que o máximo benefício.
  • Porque reconhecemos que sem ele somos deficientes na nossa prática.
  • Porque levamos a sério a nossa responsabilização em relação à comunidade.
  • Porque é indispensável para uma boa gestão e uma boa prática clínica.

Todas as organizações reconhecem a necessidade de uma política financeira adequada, de modo a manter a sua solvência, sobrevivência e crescimento. Mas como pode um administrador e seus mandatários gerir uma instituição sem qualquer informação sobre a qualidade do seu produto ?

Um sistema de avaliação de desempenho, ao fornecer informação vital, torna-se uma ferramenta para uma gestão racional.

O sistema de avaliação de desempenho deverá ser considerado pelos prestadores de cuidados como uma necessidade para a avaliação do seu próprio trabalho.

  • É habitual cada médico manter um registo da sua actividade em particular
  • Juntar a esta abordagem caso-a-caso uma perspectiva epidemiológica pode constituir uma vantagem: visão de como grupos de doentes são manuseados por cada profissional e pelos profissionais no seu conjunto.
  • Sem a adopção desta perspectiva epidemiológica e dos métodos pertinentes, não é possível aos prestadores de cuidados de saúde obter informações reveladoras de padrões globais, demonstrativos da falha ou do sucesso na sua missão.

A avaliação de desempenho não deve ser vista nem implementada como uma actividade de policiamento. Se o for corre o risco de se tornar uma forma de política repressiva, como um bastão usado para manter os prestadores de cuidados de saúde em submissão.