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PostHeaderIcon Planeamento com TAC

Embora similar no rigor e nas regras básicas de posicionamento, o planeamento com recurso à TAC tem algumas particularidades relativamente ao processo executado num simulador convencional.

  • Posicionamento e alinhamento do doente
  • Colocação provisória de marcadores (fiduciais)
  • Desenho geométrico dos campos ou definição do volume alvo
  • Marcação do doente

 

Posicionamento do doente:

  • O doente é colocado na TAC, numa marquesa plana, com o dispositivo de posicionamento adequado.
  • Utilizando o sistema de lasers externos de precisão o doente é alinhado na posição correcta.
  • São efectuados scouts para confirmar o posicionamento adequado.
  • As referências cutâneas provisórias são colocadas na pele do doente, em localizações estáveis.

 

Aquisição de imagens axiais:

  • É adquirida a primeira série de imagens axiais, que é transferida para a workstation que contém o sistema de simulação/planeamento virtual, procedendo-se ao desenho geométrico dos campos ou à definição dos volumes alvo (os últimos passos podem decorrer com o doente ainda na marquesa, ou posteriormente).
  • Para simulações que não requerem a definição de volumes alvo para determinar a posição dos campos, podem ser usadas as ferramentas de simulação com Fluoroscopia Virtual, que reproduzem todos os movimentos do simulador.
  • Nas simulações em que há que efctuar contornos de volumes, um determinado volume pode ser usado para definir o isocentro do tratamento manual ou automaticamente.

 

Marcação de precisão no doente (lasers móveis):

  • As coordenadas correspondentes ao centro do(s) campo(s) ou isocentro(s) são transferidos electronicamente para o sistema de lasers móveis.
  • É verificado o posicionamento relativamente às marcações provisórias iniciais.
  • O sistema de lasers móveis desloca-se para o isocentro definido durante a simulação.
  • O doente é marcado na localização do isocentro.

 

Geração de filmes de simulação:

  • Os filmes de simulação são gerados directamente a partir dos dados capturados durante a aquisição de imagens axiais (TAC). Estas imagens, designadas radiografias reconstruidas digitalmente ou RRDs podem ser configuradas para se parecerem com imagens portais obtidas em simuladores convencionais e impressas em papel ou película radiográfica.
  • Uma RRD do feixe de tratamento mosta o campo de irradiação, com a mesma divergência obtida no aparelho de tratamento (beam’s eye view ou ponto de vista do feixe - PVF). Numa simulação por TAC ou num planeamento tridimensional (3D), uma RRD do feixe de tratamento substitui o filme de simulador.

 

Actividades que não requerem a presença do doente

  • Simulação virtual (mimetizando todos os movimentos de um simulador convencional, incluindo gantry, mesa e colimadores).
  • Pode proceder-se à fusão de imagens (caso o software o permita) de modo a optimizar a marcação do volume alvo e de estruturas críticas, recorrendo a imagens funcionais e/ou anatómicas (PET, RMN).
  • Geração de blocos ou posicionamento de multilâminas
  • Geração de RRDs
  • Geração de indicações para o setup de campos
  • Realização de verificação de conformidade de blocos no acelerador ou simulador convencional (opcional)