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Início Radioterapia Efeitos secundários

PostHeaderIcon Efeitos secundários

PostHeaderIcon Mecanismos de acção

Radioterapia é o tratamento de doença (essencialmente neoplasias malignas) utilizando radiação electromagnética ou particulas de alta energia. Esta é efectuada empregando feixes de radiação exteriores ao corpo - Radioterapia externa ou Teleterapia, introduzindo fontes radioactivas em cavidades naturais do corpo - Radioterapia intracavitária e endoluminal, implantando essas mesmas fontes nos tecidos de uma forma cruenta - Radioterapia intersticial ou simplesmente colocando-as em contacto com o tumor - Plesioterapia. As três últimas modalidades são genericamente designadas por Braquiterapia (braqui=perto de).

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PostHeaderIcon Efeitos precoces

Os efeitos secundários precoces desenvolvem-se desde o início do tratamento até cerca de três meses após a sua conclusão. Tipicamente aparecem entre 2 a 3 semanas após o início do tratamento, prolongando-se até 3-4 semanas após este ter terminado. São inevitáveis e por regra toleráveis sendo com frequência apenas necessária medicação sintomática e algumas medidas locais. São limitados no tempo e a sua intensidade e duração estão relacionados com o volume de tecido irradiado e dose por fracção, sendo aqueles proporcionais a estes. O tempo médio até à manifestação destes efeitos secundários é típico do tecido em causa tendo a ver com a sua velocidade de renovação (turnover).

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PostHeaderIcon Pele

Este é o órgão comum a todas as localizações tratadas com radioterapia externa, respondendo da mesma forma independentemente do local. Alguns factores locais ou gerais podem modular a intensidade e duração dos sintomas e sinais desenvolvidos, mas, a altura do seu aparecimento é quase uma constante, ocorrendo cerca de três semanas após o início da radioterapia.

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PostHeaderIcon Cabeça e pescoço

Sobre esta designação encontra-se o tratamento das neoplasias das vias aerodigestivas superiores e pele, incluindo lábio.
Para além da pele, anteriormente abordada, estão sujeitas a efeitos secundários do tratamento, as mucosas das vias aéreas e digestivas superiores e seus acessórios, nomeadamente as glândulas salivares e papilas gustativas e o aparelho fonador.

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PostHeaderIcon Sistema nervoso central

Durante a irradiação cerebral não é frequente o aparecimento de intercorrências, já que as mais frequentes, cefaleias, náuseas, alterações do equilíbrio, se devem ao aparecimento ou agravamento de um edema cerebral, para o qual a maior parte dos doentes se encontra já a fazer tratamento.

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PostHeaderIcon Tórax

A este nível, e para além da pele, apenas o esófago e a traqueia evidenciam uma resposta imediata às radiações, o primeiro através de ardor pré esternal desde a segunda semana de tratamento, tal como as mucosas da cavidade oral, o segundo por sinais e sintomas de traqueite.

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PostHeaderIcon Abdómen e pelve

A irradiação de vísceras ocas é aquela que gera uma maior quantidade de sintomas mal tolerados, podendo desequilibrar perigosamente a homeostase do organismo. Esta afirmação é tanto mais verdadeira quanto mais fixada estiverem essas vísceras. Isto acontece porque, sendo a acção das radiações proporcional à dose absorvida, qualquer órgão que se possa movimentar, e eventualmente deslocar-se para fora do campo de tratamento, está menos sujeito a evidenciar essas lesões.

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PostHeaderIcon Sangue

O sangue é o tecido que, em conjunto com a pele, mais frequentemente é incluído nos campos de tratamento, sendo-o nas suas duas formas: a medula óssea, onde é produzido, e a rede vascular, onde circula. Os efeitos são diferentes mas complementares e quase sempre contribuem para uma descida mais ou menos marcada de uma ou várias das séries (branca, vermelha ou plaquetária).

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PostHeaderIcon Efeitos tardios: Generalidades

As complicações tardias aparecem 4 a 6 meses após a o fim da radioterapia, podendo evoluir no sentido da sua resolução ou agravamento, estabelecendo-se na maioria dos casos entre 18 e 24 meses após o tratamento, variando com os tecidos considerados. São independentes dos anteriores, devem-se a alterações de fundo no tecido conjuntivo e na microvascularização, sendo clinicamente evidentes como fibrose mais ou menos severa ou mais raramente telangiectasias.

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PostHeaderIcon Efeitos tardios: Cavidade oral

Uma menção particular aos efeitos secundários tardios devidos à irradiação da cavidade oral.
Como já foi mencionado os dentes, se existentes, estão mais sujeitos a desenvolver cáries, pela redução do fluxo salivar e consequente diminuição no aporte local de flúor. Se a isto juntarmos uma mucosa oral em lenta mas constante atrofia, pela alteração no tecido vascular-conjuntivo, que progressivamente vai deixando expostas zonas dos dentes não recobertas de esmalte e, consequentemente, mais sensíveis, rapidamente se torna evidente que este é um dos pontos de maior morbilidade, nesta localização.

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PostHeaderIcon Bibliografia

Referências bibliográficas relativas à secção de Radiobiologia.

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